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3 de maio de 2026

3.5.26

Aposentadoria ativa: brasileiros reinventam a vida com cursos, voluntariado e novos propósitos

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Após o fim da vida profissional tradicional, aposentados descobrem que recomeçar pode ser uma das fases mais significativas da vida

A aposentadoria, por muito tempo associada apenas ao descanso e ao afastamento definitivo do trabalho, vem ganhando novos significados no Brasil. Cada vez mais pessoas que encerram a carreira formal estão descobrindo que essa etapa pode ser, na verdade, um recomeço cheio de possibilidades. Cursos, trabalhos voluntários e novas profissões surgem como caminhos para manter o cérebro ativo, preservar a saúde emocional e reencontrar um propósito de vida.

Aposentadoria deixa de ser ponto final e vira recomeço

O que antes era visto como o encerramento definitivo da vida produtiva hoje passa a ser interpretado como uma transição. Muitos aposentados relatam que, ao deixar o trabalho, enfrentam um vazio inesperado causado pela perda da rotina e da identidade profissional.

Esse cenário tem levado milhares de brasileiros a repensarem o que significa “parar de trabalhar”. Em vez de apenas descansar, eles buscam novas formas de se sentir úteis, produtivos e socialmente conectados.

O impacto emocional da falta de rotina após a aposentadoria

A experiência de Pedro Rodrigues Santos ilustra bem esse desafio. Após se aposentar, ele enfrentou um período de tristeza profunda ao perceber que havia perdido sua rotina diária e o senso de propósito. A mudança brusca afetou diretamente seu bem-estar emocional.

Com o incentivo da esposa, Pedro decidiu buscar alternativas. Foi então que encontrou nos cursos profissionalizantes uma nova oportunidade de recomeço. Ele se dedicou ao aprendizado de elétrica, drywall e até edição de vídeo, transformando completamente sua rotina.

“Eu não vivo para trabalhar. Eu trabalho para viver. E viver bem”, resume Pedro, destacando a nova visão que passou a ter da própria vida.

As quatro fases da aposentadoria segundo especialistas

De acordo com o educador e escritor canadense Riley Moynes, a aposentadoria costuma ser dividida em quatro fases emocionais bem definidas.

A primeira é o período de “férias”, quando a pessoa desfruta da liberdade recém-adquirida. Em seguida, muitos enfrentam uma fase de vazio, marcada pela falta de propósito e possível surgimento de depressão.

A terceira etapa é a experimentação, quando o aposentado começa a testar novas atividades, hobbies ou cursos. Por fim, chega a fase do reencontro, na qual muitos voltam a se envolver com trabalho ou projetos, mas de forma diferente, mais alinhada aos seus interesses pessoais e qualidade de vida.

Esse ciclo ajuda a entender por que tantos aposentados acabam redescobrindo o prazer de aprender e contribuir socialmente após se afastarem da carreira tradicional.

Voluntariado e novos trabalhos ganham espaço na terceira idade

Outro exemplo dessa transformação é o engenheiro aposentado Dario Gramorelli. Mesmo após encerrar sua carreira formal, ele decidiu permanecer ativo por meio do trabalho voluntário e de projetos sociais.

Dario participa de iniciativas no sertão nordestino e também integra um grupo de engenheiros experientes que compartilham conhecimento com profissionais mais jovens. Para ele, essa troca é fundamental tanto para quem ensina quanto para quem aprende.

“Temos muitos engenheiros experientes sendo deixados de lado pelo etarismo”, alerta, chamando atenção para o preconceito etário que ainda existe no mercado de trabalho.

Ele destaca que doar tempo e conhecimento se tornou sua principal forma de contribuição social. “Eu dedico o meu maior patrimônio, hoje eu tenho consciência disso, que é meu tempo”, afirma.

O papel do cérebro ativo na qualidade de vida após os 60 anos

A ciência também reforça a importância de manter a mente ativa durante a aposentadoria. A neurocientista Suzana Herculano-Houzel explica que o cérebro precisa de estímulos constantes para se manter saudável.

Segundo ela, planejar a aposentadoria com antecedência pode fazer toda a diferença na adaptação a essa nova fase da vida. Ter projetos, metas e atividades planejadas ajuda a evitar o sentimento de vazio que atinge muitos aposentados.

“A aposentadoria de uma maneira inteligente é fazer planos para o que você quer fazer do seu tempo, da sua capacidade mental e biológica, antes dessa fase chegar”, orienta a neurocientista.

A nova visão sobre envelhecer com propósito

A ideia de envelhecer apenas como sinônimo de inatividade está cada vez mais ultrapassada. O que se observa é uma geração de aposentados mais engajada, disposta a aprender, ensinar e contribuir com a sociedade de diferentes formas.

Cursos de capacitação, projetos sociais, empreendedorismo tardio e trabalho voluntário estão entre as principais alternativas escolhidas por quem deseja continuar ativo. Essa mudança de mentalidade também ajuda a combater o isolamento social e melhora a saúde mental na terceira idade.

Mais do que uma fase de descanso, a aposentadoria passa a ser encarada como um momento de liberdade para escolhas conscientes, onde o tempo ganha novo valor e pode ser investido em experiências significativas.

Conclusão: recomeçar depois da aposentadoria é uma escolha cada vez mais comum

A realidade de muitos brasileiros mostra que a aposentadoria não precisa ser o fim da vida produtiva. Pelo contrário, pode representar o início de uma fase mais leve, com mais autonomia e significado.

Seja através de cursos, voluntariado ou novas profissões, o importante é manter o movimento, o aprendizado e o contato social. Afinal, como mostram os exemplos, nunca é tarde para recomeçar.


Com informações do G1.

2 de maio de 2026

2.5.26

Quando Mudar de Carreira Vira Necessidade: Histórias Reais de Recomeço e Propósito no Trabalho

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Relatos inspiradores mostram como brasileiros transformaram suas vidas profissionais ao buscar mais sentido, equilíbrio e felicidade


A dúvida que move milhões de brasileiros

A pergunta “é hora de mudar?” tem se tornado cada vez mais comum entre profissionais de diferentes áreas. O tema ganhou destaque no programa Globo Repórter, apresentado por William Bonner, que explorou histórias reais de pessoas que decidiram transformar suas trajetórias profissionais em busca de mais sentido.

Segundo Bonner, o questionamento surge quando o trabalho deixa de trazer satisfação, dando lugar à insegurança e à ansiedade. Esse processo, longe de ser isolado, reflete uma tendência crescente no Brasil.

Repensar o trabalho virou tendência

A insatisfação profissional deixou de ser exceção. Uma pesquisa recente aponta que 61% dos trabalhadores brasileiros pretendiam buscar um novo emprego em 2026. Esse movimento revela uma mudança profunda na forma como as pessoas enxergam o trabalho: mais do que estabilidade, elas buscam propósito e realização.


Inscrições abertas para seleção do Profissão Repórter


De acordo com a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, essa inquietação tem base no funcionamento do cérebro. A repetição constante tende a reduzir o prazer nas atividades, enquanto o novo estimula o interesse e a motivação. Em outras palavras, o desejo de mudança não é fraqueza — é biologia.

Da ciência à confeitaria: reencontrando a felicidade

A trajetória de Diva de Oliveira ilustra bem essa transformação. Após quase duas décadas como bióloga, pesquisadora e professora, ela percebeu que já não sentia a mesma satisfação. Mesmo diante de críticas e dúvidas externas, decidiu mudar completamente de área.

Inspirada por memórias da infância e pela influência da mãe, mergulhou no universo da confeitaria. Estudou, se profissionalizou e abriu seu próprio ateliê. Hoje, além de trabalhar com doces, também ensina empreendedorismo para mulheres negras, pardas e indígenas, promovendo autonomia financeira.

Para Diva, a mudança trouxe algo que o antigo trabalho já não oferecia: felicidade genuína.

Do banco ao artesanato: coragem para recomeçar

A pandemia foi o ponto de virada na vida de Daniela Loss. Após 22 anos no setor bancário, ela percebeu que sua identidade estava completamente ligada à profissão. O esgotamento emocional e a depressão abriram espaço para uma reflexão profunda.

Durante uma viagem, uma simples loja de sabonetes artesanais despertou um novo interesse. De volta ao Brasil, decidiu aprender o ofício. Mesmo com dificuldades iniciais, persistiu. Hoje, Daniela vende seus produtos em feiras e na internet, acumulando milhões de visualizações nas redes sociais.

A experiência mostrou que recomeçar exige coragem, mas também consistência.

Nem sempre é mudar de profissão, mas de estilo de vida

Para alguns, a transformação não envolve trocar de carreira, mas redefinir a forma de trabalhar. Galdino, taxista no Rio de Janeiro, encontrou equilíbrio ao dividir o ano entre a cidade e a Paraíba, onde passa meses com a família.

Com disciplina financeira, ele construiu uma rotina que prioriza qualidade de vida. Sua experiência mostra que sucesso profissional não precisa estar ligado apenas ao acúmulo de renda, mas ao bem-estar.

Aposentadoria e o desafio de reencontrar propósito

A mudança também pode surgir após o fim da vida profissional formal. Pedro Rodrigues Santos enfrentou um vazio emocional ao se aposentar. A solução veio por meio do aprendizado: incentivado pela esposa, fez cursos em diversas áreas, como elétrica e edição de vídeo.

A busca por conhecimento reacendeu seu senso de utilidade e propósito. Para ele, trabalhar deixou de ser uma obrigação e passou a ser uma escolha consciente para viver melhor.

O educador canadense Riley Moynes descreve esse processo em quatro fases: férias, vazio, experimentação e reencontro. É nessa última etapa que muitos redescobrem novas formas de contribuição.

Experiência também é valor: combatendo o etarismo

Outro exemplo é o engenheiro Dario Gramorelli, que decidiu continuar ativo após a aposentadoria. Ele atua em projetos sociais e contribui para reduzir o chamado “apagão de competências” na engenharia brasileira.

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Veja o programa na  íntegra 


Segundo ele, profissionais experientes muitas vezes são ignorados pelo mercado devido ao etarismo. Ao compartilhar conhecimento, Dario encontrou uma forma de continuar relevante e impactar novas gerações.

Mudar com consciência é o caminho mais seguro

Apesar das histórias inspiradoras, especialistas alertam que a mudança de carreira não deve ser impulsiva. Planejamento, qualificação, organização financeira e persistência são fundamentais para uma transição bem-sucedida.

As experiências mostram que mudar não é um salto no escuro, mas um processo construído passo a passo. Quando feito com consciência, pode transformar não apenas a vida profissional, mas também o sentido da própria existência.

No fim, a mensagem é clara: buscar felicidade no trabalho não é luxo — é necessidade.


Com informações do G1 - Globo Repórter



2.5.26

Bolsonaro apresenta melhora após cirurgia e pode receber alta nos próximos dias

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Ex-presidente evolui de forma positiva após procedimento no ombro em Brasília e segue em recuperação com fisioterapia


Recuperação avança após procedimento cirúrgico

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta evolução considerada satisfatória após passar por uma cirurgia no ombro direito. De acordo com o ortopedista Alexandre Firmino, responsável por acompanhar o caso, o quadro clínico é estável e a recuperação segue dentro do esperado, com possibilidade de alta hospitalar já na próxima segunda-feira.

O procedimento foi realizado na manhã de sexta-feira (1º) no Hospital DF Star, unidade onde o ex-chefe do Executivo permanece internado sob observação médica.

Equipe médica destaca evolução positiva

Segundo o médico, a resposta do organismo ao tratamento tem sido adequada desde as primeiras horas após a cirurgia. A recuperação envolve não apenas cuidados pós-operatórios, mas também sessões de fisioterapia motora e pulmonar, fundamentais para acelerar o restabelecimento completo.

A avaliação clínica indica que, mantendo o ritmo atual, Bolsonaro poderá deixar o hospital em breve e continuar o tratamento em casa, sob monitoramento.

Michelle Bolsonaro atualiza estado de saúde

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem compartilhado atualizações frequentes sobre a recuperação do marido. Em publicação recente, afirmou que ele passou a noite bem e que o quadro está sob controle.

Ela também destacou avanços importantes, como a retirada do suporte de oxigênio nasal e a retomada gradual da alimentação, incluindo ingestão de sopa. Outro sinal positivo foi o retorno dos movimentos na mão do braço operado, algo esperado após o efeito da anestesia.

Entenda a cirurgia no ombro

O procedimento realizado foi para tratar lesões no manguito rotador, estrutura essencial para a movimentação do ombro. Essas lesões teriam sido agravadas após uma queda ocorrida no início do ano, enquanto Bolsonaro estava sob custódia em Brasília.

A cirurgia também abordou danos associados, comuns nesse tipo de trauma, visando restaurar a mobilidade e reduzir dores crônicas.

Segurança e logística durante a internação

A chegada do ex-presidente ao hospital contou com um esquema especial de segurança. A operação envolveu a Polícia Militar do Distrito Federal, com apoio de unidades de inteligência e policiamento regional para garantir o deslocamento seguro até a unidade de saúde.

Contexto jurídico e autorização para cirurgia

A realização do procedimento foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após solicitação da defesa do ex-presidente.

Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar desde o final de março, em decisão que levou em consideração seu estado de saúde. A medida tem caráter temporário e foi concedida por um período inicial de 90 dias.

Saúde fragilizada motivou decisão judicial

Entre os fatores considerados para a prisão domiciliar estão problemas médicos recentes, incluindo um quadro de broncopneumonia bilateral. Esse histórico reforçou a necessidade de acompanhamento contínuo e cuidados especiais durante a recuperação.

Expectativa de retorno para casa

Caso a evolução clínica continue positiva, a expectativa é de que Bolsonaro retorne à sua residência nos próximos dias, onde seguirá em reabilitação. O acompanhamento médico deverá continuar com foco na recuperação total dos movimentos do ombro e na prevenção de complicações.

O caso segue sendo monitorado de perto por profissionais de saúde e também acompanha atenção pública devido à relevância política do ex-presidente.

Com informações da CNN Brasil

2.5.26

Globo avança em negociações com ex-BBB 26 e amplia estratégia com talentos do reality

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Emissora intensifica aposta em ex-participantes e pode firmar o maior número de contratos desde 2023


A TV Globo já começou a movimentar os bastidores após o fim do Big Brother Brasil 26, encerrado em 21 de abril de 2026. A emissora abriu negociações para firmar contrato com alguns dos nomes mais marcantes da edição, reforçando uma estratégia que vem ganhando força desde 2023: transformar ex-BBBs em talentos fixos de seu elenco.

A iniciativa sinaliza uma mudança clara na forma como a Globo aproveita a popularidade instantânea gerada pelo reality, apostando em perfis que já chegam ao público com grande engajamento e identificação.

Cinco nomes estão no radar da emissora

De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, pelo menos cinco participantes estão em negociação com a emissora. Entre eles estão nomes que se destacaram dentro e fora da casa mais vigiada do Brasil.

Os cotados são: Ana Paula Renault, Tia Milena, Juliano Floss, Chaiany Andrade e Jonas Sulzbach. Caso as negociações avancem, este será o maior grupo de ex-participantes contratados simultaneamente pela Globo desde o início desse modelo de agenciamento.

Vitória histórica impulsiona favoritismo

Entre os nomes cotados, o destaque absoluto é Ana Paula Renault. A participante venceu o BBB 26 com expressivos 75,94% dos votos, conquistando o maior prêmio já pago pelo programa: R$ 5,7 milhões. Sua trajetória foi marcada por forte presença, posicionamentos firmes e grande repercussão nas redes sociais.

Além da vitória, Ana Paula também entrou para a história como a campeã mais velha do reality, o que ampliou ainda mais sua visibilidade e relevância junto ao público. Na final, ela superou Tia Milena, que ficou em segundo lugar com 17,29%, e Juliano Floss, que terminou em terceiro com 6,77%.

Estratégia da Globo foca em engajamento e relevância

A movimentação da Globo não é por acaso. Nos últimos anos, a emissora percebeu o potencial comercial e midiático dos ex-BBBs, especialmente aqueles que conseguem manter relevância após o fim do programa.

Ao investir nesses nomes, a empresa busca fortalecer seu elenco com personalidades já conhecidas do público, capazes de gerar audiência, engajamento digital e novas oportunidades comerciais. Programas de entretenimento, publicidade e até projetos no streaming passam a contar com esses rostos populares.

Participações pontuais ainda não garantem contrato

Apesar de alguns participantes continuarem em evidência, nem todos têm contrato garantido. É o caso de Samira, que recentemente participou da cobertura do evento “Todo Mundo no Rio”, ligado ao show da cantora Shakira.

Mesmo com a exposição recente, ainda não há confirmação de negociações para um vínculo mais longo com a emissora, o que mostra que a escolha dos contratados segue critérios estratégicos e seletivos.

Reality show segue como celeiro de talentos

O Big Brother Brasil continua se consolidando não apenas como líder de audiência, mas também como uma vitrine poderosa para novos talentos. A edição de 2026 reforçou esse papel ao revelar participantes com forte apelo popular e potencial de carreira fora do confinamento.

Com essa nova rodada de negociações, a Globo reafirma sua aposta no reality como um dos principais pilares de renovação de seu elenco e de conexão com o público contemporâneo.

Conclusão: uma nova fase para ex-BBBs na televisão brasileira

O movimento da Globo indica que o futuro dos participantes do BBB vai muito além do prêmio final. Hoje, sair do programa com visibilidade pode significar o início de uma carreira sólida na televisão e no entretenimento.

Se confirmados, os novos contratos devem consolidar ainda mais essa tendência, transformando o BBB em uma verdadeira plataforma de lançamento para celebridades do país.

 Com informações do Correio 24 Horas 


1 de maio de 2026

1.5.26

Trabalho, disciplina e foco: descubra os 5 signos que mais se destacam no mundo profissional

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Conheça os perfis do zodíaco que transformam dedicação em resultados sólidos e consistentes ao longo do tempo


No universo da astrologia, alguns signos são frequentemente associados a características que fazem toda a diferença no ambiente profissional. Disciplina, persistência, responsabilidade e foco são qualidades que ajudam determinados perfis a se destacarem naturalmente no trabalho. Em um cenário cada vez mais competitivo, esses atributos se tornam essenciais para quem busca crescimento sólido e resultados duradouros.

Pensando nisso, reunimos os cinco signos mais trabalhadores do zodíaco, destacando suas principais características e como elas influenciam diretamente na vida profissional. Se você acredita na influência dos astros, pode ser que encontre aqui a explicação para o seu desempenho — ou o de alguém próximo.

Capricórnio: foco estratégico e ambição de longo prazo

Capricornianos são conhecidos por sua determinação quase inabalável. Com uma visão clara de onde querem chegar, eles planejam cada passo com cautela e persistência. Não se deixam levar por atalhos ou facilidades, pois valorizam a construção gradual de resultados.

No ambiente profissional, são vistos como pessoas confiáveis, responsáveis e altamente comprometidas. Sua disciplina e capacidade de manter o foco por longos períodos fazem com que alcancem posições de destaque com consistência.

Virgem: organização e excelência nos detalhes

Virginianos são verdadeiros mestres da organização. Meticulosos e detalhistas, eles têm um olhar apurado para identificar falhas e aprimorar processos. Essa característica os torna profissionais extremamente eficientes e confiáveis.

Além disso, são movidos por uma busca constante por qualidade. Sua dedicação à rotina e ao aperfeiçoamento contínuo faz com que entreguem resultados acima da média, especialmente em atividades que exigem precisão e análise.

Touro: persistência e estabilidade como diferencial

Os taurinos se destacam pela constância e resistência diante dos desafios. São profissionais que não desistem facilmente e estão dispostos a investir tempo e esforço para alcançar seus objetivos.

Com uma postura prática e realista, conseguem lidar bem com situações que exigem paciência e planejamento. Sua estabilidade emocional e determinação fazem deles peças fundamentais em equipes que precisam de segurança e continuidade.

Câncer: sensibilidade e compromisso com o coletivo

Cancerianos trazem um diferencial importante para o ambiente de trabalho: a inteligência emocional. Sensíveis e empáticos, eles sabem lidar com pessoas e construir relações harmoniosas.

Essa habilidade contribui diretamente para o trabalho em equipe, tornando-os profissionais colaborativos e comprometidos. Além disso, sua dedicação e senso de cuidado fazem com que se envolvam profundamente com suas atividades e responsabilidades.

Áries: energia, iniciativa e liderança natural

Arianos são movidos por desafios. Com uma energia intensa e espírito competitivo, eles não têm medo de assumir riscos e liderar projetos. Sua iniciativa é uma das principais características que os destacam no mercado de trabalho.

Sempre em busca de novos objetivos, esses nativos demonstram coragem e dinamismo. Essa combinação os torna líderes naturais, capazes de motivar equipes e impulsionar resultados com entusiasmo e determinação.

O que esses signos têm em comum no trabalho

Apesar de suas diferenças, todos esses signos compartilham uma característica essencial: o compromisso com o crescimento. Seja por meio da disciplina, da organização, da persistência ou da iniciativa, eles demonstram uma forte conexão com o trabalho e com a construção de resultados consistentes.

Esses perfis mostram que o sucesso profissional não depende apenas de talento, mas também de dedicação, foco e responsabilidade — qualidades que podem ser desenvolvidas por qualquer pessoa, independentemente do signo.

Astrologia e carreira: influência ou inspiração?

Embora a astrologia não seja uma ciência exata, muitas pessoas encontram nela uma forma de compreender melhor seus comportamentos e potencialidades. No contexto profissional, ela pode servir como ferramenta de autoconhecimento, ajudando a identificar pontos fortes e áreas de melhoria.

No fim das contas, mais importante do que o signo é a atitude diante do trabalho. Mas, para quem acredita nos astros, conhecer essas características pode ser um bom ponto de partida para evoluir na carreira.

Com informações do Terra.